O problema é que quando este tipo de problema acontece, ele afeta milhares de pessoas ao invés de centenas quando a estrutura é "on-premisses". E como email segue sendo uma aplicação missão crítica, a perpecpção do dano é grande.
Neste momento quando cloud computing está na sua infância, transparência dos provedores é fundamental para construir a credibilidade desta plataforma, cujas vantagens são conhecidas pelo mercado.
Por isso gostaria de comentar o que aconteceu na segunda-feira (27 de fevereiro) com a Google:
- Aproximadamente as 3:00 PM EST a Google tomou conhecimento do problema via seu forum de ajuda.
- Apenas 5 horas depois ela reconheceu o problema e atualizou seu "dashboard".
- Ela estimou que apenas 0,02% dos usuários tinham sido afetados.
- Ela deu um prazo de 12 horas para resolver o problema.
- Neste momento (5:56 PM EST) seu "dashboard" informa que "Google Mail service has already been restored for some users, and we expect a resolution for all users in the near future. Please note this time frame is an estimate and may change".
- Que Gmail foi afetado? O gratuito ou o pago ("for business")?
- Um dos sites de tecnologia dos Estados Unidos confirmou que usuários de educação foram afetados mas a Google não confirmou.
- A revista Fortune fez piada sobre a informação que a Google teria usado fitas para fazer seu backup (200.000 unidades e 4 kilômetros de fita seriam necessarios).
- No seu blog, Ben Treynor, VP Engineering and Site Reliability Czar (24x7) da Google tentava (e segue tentando) explicar o inexplicável. Eu não sabia que existe treinamento para Czar ou a quem este cargo se reporta em uma corporação.
Até lá, eu recomendaria cuidado ao nosso amigo Ben. Ele deveria se informar sobre que fim levou o último Czar da história e por as barbas de molho.
Fala sério, Google.
Fala sério, Google.
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