Thursday, March 3, 2011

¿Qué nube es esta?

Problemas con la disponibilidad de aplicaciones en la nube, han pasado, pasan y siempre pasarán con todos los proveedores. Incluso Microsoft tuvo problemas con Hotmail en el 2011 y con BPOS (Business Productivity Online Services) en el 2010. 
El problema es que cuando éste tipo de daño afecta a miles de personas en lugar de algunos cientos como cuando la estructura está "en las instalaciones." Y como el correo electrónico sigue siendo una aplicación de misión crítica, la percepción el daño es más grande. 
En este momento en el que la computación en la nube está en su infancia, la transparencia de los proveedores de servicios es esencial para construir la credibilidad de la plataforma cuyas ventajas son conocidas por el mercado. 
Precisamente por eso, quiero hacer un comentario sobre lo que sucedió el lunes (27 de febrero) con Google: 
  • Aproximadamente a las 15:00 CET Google se dio cuenta del problema a través de su foro de ayuda. 
  • Sólo después de cinco horas, reconoció el problema actualizó su "tablero". 
  • Se estimó que sólo el 0,02% de los usuarios se habían visto afectadas. 
  • Google dio un plazo de 12 horas para resolver el problema. 
  • En estos momentos (17:56 CET) el "tablero", informa que "el servicio de correo de Google ya se ha restaurado para algunos usuarios, y esperan una resolución para todos los usuarios en un futuro próximo. Hay que tener en cuenta que este marco de tiempo es un estimativo y está propenso a cambios”. 
Las horas que siguieron fueron un festival de preguntas sin respuesta: 
  • ¿Cuál Gmail se vio afectado? ¿El gratuito o el de pago ("Google Apps for Business")? 
  • Uno de los sitios web dedicados a cubrir tecnología en Estados Unidos confirmó que los usuarios de la educación se vieron afectados, pero Google no ha comentado acerca de la afirmación. 
  • La revista “Fortune” ha bromeado sobre la información que Google tendría que utilizar para hacer sus cintas de copia de seguridad (200.000 unidades, 4 km de la cinta serían necesarios). 
  • En su blog, Ben Treynor, vicepresidente de Ingeniería de Confiabilidad y el ‘Zar’ del sitio ha intentado (y sigue intentado junto con Google) explicar lo inexplicable. Yo no sabía que había un curso para coronarse como Zar o que un Zar  rindiera informes a una corporación. 
Los usuarios (especialmente los que pagan), tienen derecho a una explicación razonable de quien se llama a sí mismo “El Creador de la Nube”. La buena noticia para ellos es que hay otras ofertas disponibles como las de Microsoft, IBM, Cisco y otras más y que sus prácticas se basan en años de experiencia corporativa y en la atención al usuario. Muy lejos del amateurismo de Google.
Hasta entonces, yo le recomendaría mucha cautela a nuestro amigo Ben. Supongo que él sabe lo que le ocurrió a los últimos Zares de la historia.
¿En serio, Google?


Que nuvem é essa?

Problemas com a disponibilidade de aplicações na nuvem aconteceram, acontecem e vão sempre acontecer com todos os provedores. A própria Microsoft teve problemas com o Hotmail em 2011 e com o BPOS (Business Productivity Online Services) em 2010. 
O problema é que quando este tipo de problema acontece, ele afeta milhares de pessoas ao invés de centenas quando a estrutura é "on-premisses". E como email segue sendo uma aplicação missão crítica, a perpecpção do dano é grande.
Neste momento quando cloud computing está na sua infância, transparência dos provedores é fundamental para construir a credibilidade desta  plataforma, cujas vantagens são conhecidas pelo mercado.
Por isso gostaria de comentar o que aconteceu na segunda-feira (27 de fevereiro) com a Google:
  • Aproximadamente as 3:00 PM EST a Google tomou conhecimento do problema via seu forum de ajuda.
  • Apenas 5 horas depois ela reconheceu o problema e atualizou seu "dashboard".
  • Ela estimou que apenas 0,02% dos usuários tinham sido afetados.
  • Ela deu um prazo de 12 horas para resolver o problema.
  • Neste momento (5:56 PM EST) seu "dashboard" informa que "Google Mail service has already been restored for some users, and we expect a resolution for all users in the near future. Please note this time frame is an estimate and may change". 
As horas que seguiram foram um festival de perguntas sem respostas:
  • Que Gmail foi afetado? O gratuito ou o pago ("for business")?
  • Um dos sites de tecnologia dos Estados Unidos confirmou que usuários de educação foram afetados mas a Google não confirmou.
  • A revista Fortune fez piada sobre a informação que a Google teria usado fitas para fazer seu backup (200.000 unidades e 4 kilômetros de fita seriam necessarios).
  • No seu blog, Ben Treynor, VP Engineering and Site Reliability Czar (24x7) da Google tentava (e segue tentando) explicar o inexplicável. Eu não sabia que existe treinamento para Czar ou a quem este cargo se reporta em uma corporação.
Os usuários (principalmente os que pagam) tem o direito a uma explicação cabível daquela que se entitula criadora da nuvem.  A boa notícia para eles é que existe outras ofertas oferecidas pela Microsoft, IBM, Cisco e outras e que estas ofertas são calcadas em anos de experiência corporativa e atenção ao usuário e longe do amadorismo da Google.

Até lá, eu recomendaria cuidado ao nosso amigo Ben. Ele deveria se informar sobre que fim levou o último Czar da história e por as barbas de molho.


Fala sério, Google.

Monday, January 17, 2011

O novo SLA do Google Apps. O que ele significa para os usuários?

Na semana passada a Google anunciou melhorias no Contrato de Nível de Serviço (SLA) para o Google Apps, removendo as cláusulas de manutenção planejada ("scheduled downtime") e o limite de 10 minutos (problemas intermitentes), comparando a sua disponilidade com a do ruído de discar de um telefone.

Interrupções se serviço acontecem, sempre acontecerão e melhorias nesse importante quesito mostram como a colaboração na nuvem esta sendo levada a sério pelos provedores, principalmente quando o assunto é email e colaboração de uma maneira geral.

A abordagem da Microsoft nuvem inclui não somente um Contrato de Nível de Serviço (SLA), bem como roadmap de produtos, suporte ao cliente e serviços, se combinam para proporcionar uma oferta completa na nuvem que o Google não pode igualar.

É importante que nossos clientes entendam quais são suas necessidades de negócio e como nossas soluções podem ajudá-los a atender a essas necessidades. Acreditamos firmemente que nossos clientes não estão  interessados em comparação de features com os produtos da concorrência.

Acreditamos que temos a melhor oferta disponível para a computação na nuvem da indústria, que inclui o Azure, o BPOS e o Office 365 (a ser lançado brevemente) disponível para empresas de todos os tamanhos.